Fernando Gonsales, esse é o nome, nasceu em São Paulo em 1961. É veterinário e autor de histórias em quadrinhos. Seu personagem Níquel Náusea começou a ser publicado na Folha de São Paulo em 1985, onde continua saindo.
Também publica em vários outros jornais do Brasil, nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, entre outras, além de publicar em Portugal, num jornal de Lisboa. Seu trabalho de quadrinhos já ganhou vários prêmios importantes, tanto no roteiro, como desenho. É um homem zen, desenha em uma prancheta com mais de 30 anos e não faz questão de mostrar os troféus de HQs que ganhou .
Todas as manhãs, ele se estira sobre um tapete de ginástica da Nike (1)
Segue as indicações do único livro (2) e do DVD que tem sobre ioga tibetana.
Também como os monges, ele não é um homem de muitas posses. “Só tive duas carteiras na minha vida inteira. Esta (3) é a segunda.”
Em vez de esperar uma inspiração repentina, o desenhista cria seus roteiros sentado tranquilo e ao ar livre em uma cadeira de praia (4).
Em seguida, ele pega uma prancheta de 30 anos (5)
Fica ali, refletindo, até que a história venha.
Só então vai ao estúdio, decorado com pinturas maias e dos índios hopis (6).
Depois, as tiras são digitalizadas e coloridas em uma mesa (7) por sua mulher, Marília.
Gonsales mantém objetos do tempo em que foi biólogo e veterinário, como crânios de macaco (8). Por fim, o quadrinista exibe sua coleção de dados (9)
Yam (vá ao nosso site para entender o jogo). “Modéstia à parte, eu ganhava todos os troféus.” (10)
Fernando Gonzales não vive sem:
Seu tênis de futebol de salão (11),
Sua colher de cabo Longo (12)
“PERFEITA PARA PEGAR A COMIDA DO FUNDO DE POTES COMPRIDOS”, Relógio de bolso (13), e a cadeira de práia
Vide Ilustração de numeração do texto Abaixo:
Fonte : Revista Galileu/ reportagem recebida por, E-mails, e toda Web








